sábado, 14 de agosto de 2010

Folia dos fossos sociais

O Carnaval de Salvador, maior festejo popular do mundo, deve ser plenamente democratizado e harmonizado para que não haja um abismo visível entre as duas classes socioeconômicas – uma mais avançada e de elevado poder aquisitivo, e outra excluída e vítima da miséria e da violência. Vivemos num país cujo regime é essencialmente democrático, no qual as pessoas possuem o direito efetivo, equitativo e sublime de participar das suas deliberações, mas nem todos o asseguram, gerando o extremo desequilíbrio. Enquanto uns, integrantes da classe média e dos mais abastados, se divertem em circuitos, outros, provenientes das regiões mais periféricas, convivem com a insegurança total. Tanto é que essa concentração desigual das massas soteropolitanas acaba por ultrapassar vergonhosamente os limiares da opressão e da maledicência.

Conforme a tradição, os sete dias de desfiles dos blocos em três circuitos estratégicos diferenciados – Dodô, estendendo-se de Ondina até o Farol da Barra; Osmar, do Campo Grande até a Praça Castro Alves; e Batatinha, no Pelourinho – são feitos para que o público em geral possa se contagiar, exorcizar seus tormentos confidenciais e enaltecer os personagens construtores do festejo em sua feição atual. A dupla Dodô e Osmar, cujas façanhas improvisatórias inventaram o trio elétrico, é exaltada pela maioria dos puxadores do "caminhão da alegria". Por tudo quanto é rua e avenida, é aconselhável ressoar a miscelânea rítmica, transparecendo-a sob o argumento democrático. Carnavalizar não resume-se ao axé, projetado nacionalmente por Luiz Caldas há 25 anos, abrindo passagem para a explosão de constelações de novos astros. Também há livre arbítrio no diálogo entre o axé e o samba, o pagode, o forró, a MPB, o rock, o reggae e o arrocha.

Reduto da elite envolvida nas negociações concernentes às indústrias do entretenimento e turística, o circuito alternativo Dodô (Barra-Ondina), próximo a bairros burgueses, tornou-se nestes anos o roteiro dominante da folia momesca graças à maior concentração de estabelecimentos da categoria – hotéis quatro e cinco estrelas e sedes de grandes blocos. Em contraposição ao proficiente e competitivo mercado carnavalesco capitaneado por magnatas e músicos mais eminentes, as mazelas da pobreza e do preconceito racial ensejam a pouca participação ou a ignorância das classes mais baixas, depreciativamente conhecidas como ralés, nas avenidas. De preferência, esses desprovidos de custódia social, econômica e cultural assistem aos desfiles na área central da cidade – constituída pelo Campo Grande e pela Rua Carlos Gomes –, formando o Circuito Osmar, e em bairros carentes, como a Liberdade e o Curuzu, eternizados pelo bloco afro Ilê Aiyê.

Não é só na Barra, em Ondina e na avenida, dínamos do Carnaval baiano, onde ele é mais assíduo e notório. O Pelourinho do Olodum e do afoxé Filhos de Gandhy, o Curuzu do Ilê Aiyê, conforme mencionamos anteriormente, o Periperi do Araketu, o Candeal de Carlinhos Brown e da Timbalada, o Tororó dos Apaches, dentre outros espaços comunitários, são polos difusores e universalizadores da música fabricada na terra do dendê, exportadas para outros estados brasileiros e para o exterior. Esse estigma antropológico-cultural elaborado criativamente na Boa Terra serve de rolo compressor da manufatura lucrativa do autêntico Carnaval de Salvador, levando-o em forma de micaretas, carnavais fora de época e carnavais indoor organizados pelos próprios artistas. Negócio que faz da folia um elemento fabricante de turismo, relegando a cultura em plano secundário. A cultura, consequentemente, tem sua relevância posicionada nos blocos e seus respectivos músicos.

Houve, entre 1995 e 2006, a permanente articulação entre a cultura e a economia, simbolizada pelo turismo, na Bahia através da Secretaria da Cultura e Turismo (SCT), hoje desmembrada em duas pastas específicas. A concordância entre os dois caracteres distintos auxiliou no impulso dos festejos sazonais, a exemplo do Carnaval na capital e o São João e as micaretas em municípios interioranos, além da conclusão do projeto de requalificação, revitalização e valorização do Centro Histórico (Pelourinho), mola propulsora da SCT, que teve à frente Paulo Gaudenzi, vinculado amistosamente a Antônio Carlos Magalhães, protetor das feituras artísticas. Foi Gaudenzi o magistral incentivador do turismo como linha auxiliar da cultura, defendendo o Carnaval como objeto de entretenimento e de lazer dos baianos e de contingentes vindos de Norte a Sul do país e do exterior devido à hospitalidade.

A divulgação das festas de grandeza significativa na nossa terra em nível global, segundo meu ponto de vista, vela e oculta os principais problemas, impasses e gargalos que o estado sofre contemporaneamente. Massivamente, os governos sempre utilizam eventos como o Carnaval como um singelo instrumento de animação e de diversão. Como baiano de corpo, alma e coração, e defensor de uma sociedade oprimida, preconcebida, torpe e sem inocência, entender o espectro problematizador que faz do nosso povo um cúmplice da transgressão comunitária é de suma importância para o discernimento paradoxal dos entretenimentos públicos. Grandes contingentes populacionais, por suas vezes originários de bairros periféricos de Salvador, por serem cúmplices, são nocivos reféns do opróbrio humano. Para essa massa jogada a escanteio, "alegria de pobre dura pouco", ou melhor, as celebrações são desafortunadamente restritas às classes média e alta.

Durante séculos, a folia soteropolitana se transfigurou ininterruptamente, como se fosse um motor, executando operações insuperáveis, cujo combustível é, de certa forma, sua própria energia. Recordemo-nos que aqui mesmo em Salvador, apesar de ser um fato incrível, existia uma constelação de escolas de samba, já que o mais brasileiro dos ritmos nasceu aqui com a expressiva ajuda dos escravos africanos. Não vamos cogitar, absolutamente, que o samba foi criado no Rio de Janeiro, embora a penetração das escolas é tão profunda. O samba, como elemento cultural destinado à felicidade geral das pessoas, nasceu aqui mesmo na Bahia, abençoada pelo sincretismo religioso, outro elemento precioso da nossa incrementada antropologia. Baianos, em sincronia com a idealização de seu estado, devem resgatar as suas raízes fincadas na labuta de seus ancestrais.

Músicas de apologia às perversidades e às agressões, na maioria pagodes, cujas letras são temperadas com ilogismo, têm que ser canceladas por completo não somente na semana carnavalesca, mas também em períodos que a precedem e a sucedem. Em compensação, a polícia, o Tribunal de Justiça e o Ministério Público, órgãos de altíssima credibilidade, lançam campanhas de conscientização sob tendências distintas, baseadas audaciosamente num critério uno: o da pacificação. Persuadem os foliões a receberem, numa eloquência atenciosa e nem tanto prolixa, informações e serviços de utilidade pública, favorecendo o aumento de denúncias contra crimes hediondos e severos. Dentre as vinganças cometidas contra os inocentes estão o trabalho infantil, a exploração sexual de crianças e adolescentes, a delinquência juvenil e o consumo de drogas, notadamente o crack, responsável por 80% dos homicídios na Bahia.

Informações visando combater e coibir as desumanidades não acontecem apenas sazonalmente, assim como no verão e no Carnaval, mas perpetuam em qualquer época do ano. Principais artistas do cenário musical baiano tiveram suas veracidades proclamadas e declaradas recentemente em campanhas do Ministério Público estadual, revelando sua coragem e coerência no enfrentamento à violência sexual. No ano passado, os elétricos Bell Marques, vocalista do Chiclete com Banana, e Durval Lelys, vocalista do Asa de Águia, em consórcio com Margareth Menezes, uma das divas do axé, protagonizaram uma memorável cena em defesa da paz e da cordialidade. Já neste ano, cuja tônica nos bastidores era o fenômeno do Rebolation, do grupo Parangolé, quem se apoderaram dos veículos de comunicação com o intuito de convencer a população a denunciar ocorrências imorais contrárias ao público infantojuvenil foram Carlinhos Brown, Tatau e Cláudia Leitte, pregando a corrente única no combate a elas.

Nem todos os problemas conturbadores do prazer momesco são solucionados a longo prazo sob a intermediação do poder público. Criminalidade existe nos circuitos do Carnaval, pois há, em seus sentidos, trânsito fácil para todos os modelos ímpios e atrozes, incomodando a ação do povo com ares de amor, de paixão e de suor. Mesmo protegidos pela polícia, os foliões, que fazem do asfalto a plateia, estão suscetíveis a novos ataques. Reivindicamos abertamente a extinção desse absurdo cujo tamanho se agiganta entre a cerimônia de entrega simbólica da chave da cidade ao Rei Momo, na quinta-feira, e a Quarta-Feira de Cinzas, prenúncio da Quaresma. Já que vivemos numa democracia, cada qual tem a atitude autônoma de comparecer aos desfiles organizados ao ar livre. Pelo contrário, os preços do domínio de grupos elitistas em oportunidades carnavalescas são a discórdia e o preconceito.

Recado pelo meu aniversário

Homenageando a passagem dos meus 22 anos de vida, transcorrida hoje, minha mãe Jaciara elaborou um cartão de aniversário a ser retribuído para mim, o felizardo do dia. O papel com as felicitações demonstra luminosas palavras, que transcrevo a seguir:

"Para uma pessoa especial! Cativante! Amorosa! Amiga! Feliz!
Nós te amamos, Hugo.

Neste dia tão especial, queremos te desejar muitas alegrias, felicidades. E que você consiga (com as graças do Senhor Jesus) alcançar seus objetivos e que sejam de bênçãos e prosperidades.
Amém.

Beijos, beijos...

Victor, Celino e Jaciara
14/08/2010.

P.S.: A mensagem me transmite um futuro melhor e mais construtivo através das maravilhas concedidas a Deus, e as virtudes nela explicitadas ajudarão a me progredir nos meus currículos doméstico, acadêmico e profissional.

Mais uma primavera floresceu em mim

Um novo e proveitoso tempo já chegou em meus negócios íntimos e coletivos, bem como nos meus entretenimentos. Uma nova e proveitosa era libertária já germinou sob o céu ensolarado em pleno inverno no bojo da minha personalidade ativa e promissora. Uma nova aurora já floresceu nos meus temperamentos subjetivos. Crescendo, incrementando, dia a dia, noite a noite, passo a passo. Glorioso e especial dia para mim, hoje, 14 de agosto de 2010 – um sábado posterior à sombria sexta-feira 13 –, chegou com intensa prosperidade, misericórdia, bonança e tranquilidade, reposicionando minha habilidade sentimental e minha aptidão sensorial e estimulando o fortalecimento da minha gentileza e da minha empatia.

Ontem, como todos nós sabemos, era a famigerada, porém soturna e obscura, sexta-feira 13, o dia do azar, da incipiência de bons prodígios, para aqueles que creem em superstições. Coincidentemente, esse dia incrédulo, de acordo com o calendário deste ano, está apenas inserido no oitavo mês, o de agosto, rezando a lenda que é o "mês de desgosto". Por que razão??? Sei que em agosto ocorreram uma infinidade de tragédias, acidentes e incidentes que hostilizaram o Brasil e o mundo. Mas, para mim, é um mês que lembra energias positivas. A posteridade me anuncia que hoje, sábado 14, é o dia da sorte, da fé, do entusiasmo e da fecundidade.

Tenho lúcida obviedade da não existência de nenhuma data anual dedicada eventualmente às falsas profecias e outras intrigas inventadas pela simpatia popular, como bruxarias e feitiçarias. Isso, claro, são apenas crendices bem percebidas, sem nenhum esconderijo ou rabo preso, pois não passam de uma sucinta magia ou um mistério. A vetusta história "agosto, mês de desgosto", assim como a associação da sexta-feira 13 à falta integral ou parcial de fartura, é repetida com assiduidade, incitando-nos à promoção dos azares e de outros gestos frustrantes. Nunca creio nesse mito inverídico fazedor de superstição e de infortúnios, pois cultuar o dia do azar é tornar-nos inescrupulosos e pés-frios.

Após a misteriosa sexta-feira 13, meus calendários individual e familiar já estão cristalizados, clarificados, abrandados, suavizados e purificados. Esta fração de ano colossal e esplendidamente feliz, de cortesia, civilidade e entusiasmo, cujas palavras-chave são felicitações e parabéns. Tenho, em mim, obrigação de ser e de estar vivo. Meu alegre aniversário natalício, maravilhosamente prestigiado por amigos de diferentes dimensões espaço-temporais, além de parentes, resume-se hoje a uma modesta reunião entre estes últimos. Acontecimentos envolvendo membros da minha família como meros coadjuvantes nem sempre são festivos, pois há um determinado custeio a ser realizado por meu pai, exercendo submissão financeira sobre mim, minha mãe e meu irmão.

Como adulto ciente e acentuadamente maduro, ingresso imediatamente aos 22 anos de uma vida profícua. 22 primaveras, 22 mocidades, 22 juventudes, 22 rejuvenescimentos, 22 viços, 22 renovações, 22 inovações, 22 amores. Sempre exercitarei, com essa novíssima idade, estilos vitais sadios, ingerindo esporadicamente guloseimas e refrigerantes – sabendo que essas irresistíveis tentações, excessivamente, são ameaçadoras ao meu e ao nosso bem-estar –, autoaplicarei-me regras éticas, morais e coercitivas, elucidarei hipóteses empíricas até atingir a sua concretude e não me implicarei no incremento da edificação de minha subjetividade, o fator mais sublime de toda a minha carreira. Combinando dinamicamente o futuro com experimentos vivenciados no presente, persisto, com o mais legítimo encantamento, na obtenção de boas-novas, mas não de maneira inesperada.

Vitórias e dádivas são oferecidas somente com o amparo e as primícias espirituais, atribuídos a um genuíno oráculo, uma autoridade celeste suprema. Quanto à minha corrente trajetória e à minha ambição de tornar-me um jornalista polígrafo de ótima reputação, a fidelidade que Deus me concede e me retribui desde a minha gênese, aos emocionantes catorze dias do mês de agosto do Anno Domini de 1988. Conjunturalmente, 1988 – ano do meu impávido nascimento –, era impactado por fatos conturbados e por remorsos no Brasil, contudo a única notícia que o surpreendeu foi a promulgação da nossa atual Carta Magna, selando o período transitório entre dois regimes opostos: o ditatorial e o democrático, através dos anseios do próprio povo. 52 dias transcorreram, partindo da minha gestação, para que a Constituição Cidadã fosse, com júbilo, presenteada aos populares numa legendária celebração no plenário do Congresso Nacional.

Embora eu saísse do ventre materno em plena, antológica e encantadora madrugada dominical, repleta de agradecimentos e tecida pela Santíssima Trindade, não testemunhei aquele episódio que mudou os rumos da cidadania brasileira – o lançamento da nova Constituição, freando e enterrando o círculo vicioso das manobras ardilosas outorgadas pela bárbara ditadura militar – por estar recém-nascido, contendo 52 dias de vida, na noite histórica de 5 de outubro de 1988. Foi uma lição de civismo, demonstrada pelo intensivo e basilar trabalho de centenas de parlamentares constituintes sob a alegação de propiciar um novo amanhecer aos populares, apesar de a Carta atual ser polêmica, produzindo-lhe algumas consternações.

Não perdi, em hipótese nenhuma, o fio da meada, entretanto explanei acima alguns aspectos da contextualização histórica nacional no ano em que minha mãe, atualmente às vésperas dos seus cinquenta anos a serem completados no próximo ano, foi submetida pela primeira vez a trabalho de parto. Sou o primogênito dela, portanto sou o mais adiantado em comparação a meu irmão e amigo, que, em 16 de setembro, uma semana antes de a primavera ser iniciada, se usufruirá dos seus vinte anos a fim de preparar-se nos vestibulares e em outras competições dificultosas da sua vida. O importante para mim, hoje, em 14 de agosto, é comemorar, festejar, me exortar, me alegrar, me divertir, compartilhar, aquinhoar e confraternizar, mas não estou valendo-me de nenhuma festividade que alcance magnitude.

Renovar periodicamente minhas inteligências, objetividades e subjetividades, ora interiores, ora exteriores, através das melhoras no meu semblante e do incremento da minha racionalidade e da minha sensibilidade faz de mim um homem, de fato e de direito, entrando nos meus 22 anos locupletados a partir de hoje, de agora, colabora intensamente para a conservação e a consolação dos desígnios a serem concretizados em contínuo movimento. Sob a perspectiva de permanecê-los indissolúveis no meu depósito raciocinador, não desisto e nunca desistirei das minhas vontades e necessidades. Com essa nova fase primaveril que está por florescer neste instante hibernal, o vocábulo "determinação" é o ponto-chave do meu talento.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Se eu fosse governador...

Assim como outros estados brasileiros, a Bahia, mesmo desenvolvida nos âmbitos econômico, com seu parque industrial diversificado, e cultural, cuja diversidade é indubitavelmente extraordinária, apresenta alguns dos péssimos indicadores sociais do país. Nós estamos seriamente inconformados com a carência de recursos governamentais nas áreas de educação, saúde, segurança, habitação, trabalho, emprego, alimentação e saneamento, dispositivos cruciais para a sobrevivência humana. O povo baiano, apesar de ser criativo, necessita de profundas reformas estruturais.

Queria ser partidário de qualquer agremiação de caráter nitidamente progressista e esquerdista, e que a plataforma do meu programa governamental esteja centrada na busca contínua pelo equilíbrio humanístico e pelo combate progressivo às desigualdades que observamos aqui no maior estado do Nordeste. O aprimoramento do nosso sistema educacional, que atualmente sucumbe perante a deficiência administrativa, seria a ênfase do meu projeto político, a começar pela minha possível candidatura a vereador em Salvador. Por essa razão, estou fortemente indignado com a miséria e a criminalidade extremas que rondam o estado, barrando qualquer avanço social.

Se eu fosse um dia a autoridade máxima do estado, resolveria imediatamente um dos nossos antigos problemas – a educação pública –, por intermédio do diálogo cordial entre professores de todos os níveis, do infantil ao superior, funcionários e representantes de sindicatos específicos, a exemplo da Associação dos Professores Licenciados da Bahia (APLB-Sindicato). Convém salientar que os docentes da rede pública recebem dos últimos governantes, inclusive o atual gestor, um dos mais baixos salários do Brasil. É necessária, portanto, uma urgente e imediata ampliação do seu piso salarial, objetivando contemplar a qualificação pedagógica.

Todos os estabelecimentos públicos de ensino, independentemente de nível, devem possuir métodos pedagógicos eficazes, assim como os adotados em países que investem forçosamente em instrução popular na contemporaneidade. A valorização do magistério através de cursos de aperfeiçoamento de educadores, o controle do analfabetismo, a disseminação da leitura, a educação em tempo integral e a difusão de novas tecnologias farão com que o despertar de uma nova Bahia seja possível com o estímulo à educação de qualidade, direcionada prioritariamente para os mais necessitados.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Volto a ser criativo

Eu perco minha criatividade e meu dom de escrever ocasionalmente. Sabe por quê? Tem alguns momentos em que eu estou com um grau intermediário de cansaço, tem outros em que eu fico sobrecarregado, mas, além disso, tive longos períodos de férias acadêmicas. A partir de agora, volto a escrever e a publicar mais textos nesta maravilhosa página após onze dias de descanso. Ser mais criativo, assim como eu, é um magnífico prazer.